Sempre pontual!

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

DICAS ÚTEIS PARA TODO ANO...




1.    Caminhe de 10 a 30 minutos todos os dias e sorria enquanto caminha.


2.    Ore na intimidade com Deus pelo menos 10 minutos por dia, em segredo, se for necessário.

3. Escute boa música todos os dias. A música é um autêntico alimento para o espírito.


4. Ao se levantar de manhã, fale "Deus, meu Pai, Te agradeço por este novo dia".





5. Viva com os 3 "E": Energia, Entusiasmo e Empatia.



6. Participe de mais brincadeiras do que no ano passado.


7. Sorria mais vezes do que o ano passado.





8. Olhe para o céu pelo menos uma vez por dia e sinta a majestade do mundo que rodeia você.



9. Sonhe mais, estando acordado.


10. Coma mais alimentos que crescem nas árvores e nas plantas, e menos alimentos industrializados.





11. Coma nozes e frutas silvestres. Tome chá verde, muita água e um cálice de vinho ao dia. Cuide de brindar sempre por alguma das muitas coisas belas que existem em sua vida e, se possível, faça em companhia de quem você ama.



12. Faça rir pelo menos 3 pessoas por dia.


13. Elimine a desordem de sua casa, seu carro e seu escritório. Deixe que uma nova energia flua em sua vida.





14. Não gaste seu precioso tempo em fofocas, coisas do passado, pensamentos negativos ou coisas fora de seu controle. Melhor investir sua energia no positivo do presente.



15. Tome nota: a vida é uma escola e você está aqui para aprender. Os problemas são lições passageiras, o que você aprende com eles é o que fica.


16. Tome o café da manhã como um rei, almoce como um príncipe e jante como um mendigo.



17. Sorria mais.



18. Não deixe passar a oportunidade de abraçar quem você ama. Um abraço!


19. A vida é muito curta para você desperdiçar o tempo odiando alguém.



20. Não se leve tão a sério. Ninguém faz isto.



21. Não precisa ganhar cada discussão. Aceite a perda e aprenda com o outro.

22. Fique em paz com o seu passado para não estragar o seu presente.



23. Não compare sua vida com a dos outros. Você não sabe como foi o caminho que eles tiveram que trilhar na vida.



24. Ninguém está tomando conta da sua felicidade a não ser você mesmo.


25. Lembre que você não tem o controle dos acontecimentos, mas sim do que você faz deles.



26. Aprenda algo novo cada dia.



27. O que os outros pensam de você não é de sua conta.


28. Ajude sempre os outros. O que você semeia hoje, colherá amanhã.



29. Não importa se a situação é boa ou ruim, ela mudará.



30. O seu trabalho não cuidará de você quando você estiver doente. Seus amigos sim. Mantenha contato com seus amigos.


31. Descarte qualquer coisa que não for útil, bonita ou divertida.



32. A inveja é uma perda de tempo. Você já tem o que você precisa.



33. O melhor está ainda por vir.


34. Não importa como você se sente: levante, vista e participe.



35. Ame sempre com todo o seu ser.



36. Telefone para seus parentes frequentemente e mande emails dizendo: Oi, estou com saudades de vocês!


37. Cada noite, antes de deitar, agradeça a Deus por mais um dia vivido.




38. Lembre que você está muito abençoado para estar estressado.


39. Desfrute da viagem da vida. Você só tem uma oportunidade, tire dela o maior proveito.
  



A vida é bela.
Desfrute dela enquanto você pode.


Deus abençoe a todos nós!

(RECEBIDA POR E-MAIL)





Posted by Picasa

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Reflexões sobre a velhice...


                                Alguns de nós envelhecemos, de fato, 

porque não amadurecemos. Envelhecemos quando nos fechamos às novas idéias e nos tornamos radicais.
Envelhecemos quando o novo nos assusta.
Envelhecemos também quando pensamos demasiado em nós próprios e nos esquecemos dos outros.
Envelhecemos se paramos de lutar.
Todos estamos matriculados na escola da vida, onde o Mestre é o Tempo.
A vida só pode ser compreendida olhando para trás. Mas só pode mesmo ser vivida olhando para a frente.
Na juventude aprendemos; com a idade compreendemos…
Os homens são como os vinhos: a idade estraga os maus, mas melhora os bons.
Envelhecer não é preocupante: ser olhado como velho é que o é.
Envelhecer é mesmo uma Graça de Deus!
Nos olhos do jovem arde a chama, nos do velho brilha a luz.
Sendo assim, não existe idade, somos nós que a criamos. Se não acreditares na idade, não envelhecerás até ao dia da tua morte.
Pessoalmente, eu não tenho idade: tenho vida!
Não deixes que a tristeza do passado e o medo do futuro te estraguem a alegria do presente.
A vida não é curta; as pessoas é que ficam mortas tempo demais…
Faz da passagem do tempo uma conquista e não uma perda.



                    @@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@@



"No frigir dos ovos"


Nossa língua portuguesa !
Imaginem explicar isto para um estrangeiro.
Esse é uma uma graça...
Muito bem bolado!!!
Autor: Guaraci Neves
Pergunta: 

Alguém sabe me explicar, num português claro e direto, sem figuras de linguagem, o que quer diz
er a expressão:  
no frigir dos ovos?? 
Resposta:
Quando comecei, pensava que escrever sobre comida, seria sopa no mel, mamão com açúcar. Só que depois de um certo tempo dá crepe, você percebe que comeu gato por lebre e acaba ficando com uma batata uente nas mãos.
Como rapadura é doce mas não é mole, nem sempre você tem idéias e pra descascar esse abacaxi só metendo a mão na massa.
E não adianta chorar as pitangas ou, simplesmente, mandar tudo às favas.
Já que é pelo estômago que se conquista o leitor, o negócio é ir comendo o mingau pelas beiradas, cozinhando em banho-maria, porque é de grão em grão que a galinha enche o papo.
Contudo é preciso tomar cuidado para não azedar, passar do ponto, encher linguiça demais. Além disso, deve-se ter consciência de que é necessário comer o pão que o diabo amassou para vender o seu peixe. Afinal não se faz uma boa omelete sem antes quebrar os ovos. 

Há quem pense que escrever é como tirar doce da boca de criança e vai com muita sede ao pote.
Mas como o apressado come cru, essa gente acaba falando muita abobrinha, são escritores de meia tigela, trocam alhos por bugalhos e confundem Carolina de Sá Leitão com caçarolinha de assar leitão.
Há também aqueles que são arroz de festa, com a faca e o queijo nas mãos, eles se perdem em devaneios (piram na batatinha, viajam na maionese? etc.). Achando que beleza não põe mesa, pisam no tomate, enfiam o pé na jaca, e no fim quem paga o pato é o leitor que sai com cara de quem comeu e não gostou.
O importante é não cuspir no prato em que se come, pois quem lê não é tudo farinha do mesmo saco. Diversificar é a melhor receita para engrossar o caldo e oferecer um texto de se comer com os olhos, literalmente.
Por outro lado se você tiver os olhos maiores que a barriga o negócio desanda e vira um verdadeiro angu de caroço. Aí, não adianta chorar sobre o leite derramado porque ninguém vai colocar uma azeitona na sua empadinha, não. O pepino é só seu, e o máximo que você vai ganhar é uma banana, afinal pimenta nos olhos dos outros é refresco?
A carne é fraca, eu sei. Às vezes dá vontade de largar tudo e ir plantar batatas. Mas quem não arrisca não petisca, e depois quando se junta a fome com a vontade de comer as coisas mudam da água pro vinho.
Se embananar, de vez em quando, é normal, o importante é não desistir mesmo quando o caldo entornar. Puxe a brasa pra sua sardinha, que no frigir dos ovos a conversa chega na cozinha e fica de se comer rezando. Daí, com água na boca, é só saborear, porque o que não mata engorda..
 


 
Eis o significado de "frigir os ovos"...

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Mãe gentil ou, Pátria vil?!


Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência. ..
 Exagero de escassez... Contraditórios? ? Então aí está! 
O novo nome do nosso país! 
Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter,
 a abundância de inexistência de solidariedade,

 o exagero de escassez de responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada - e

 friamente sistematizada - de contradições.
Há quem diga que 'dos filhos deste solo és mãe gentil.', mas eu digo
 que não é gentil e, muito menos, mãe. 
Pela definição que eu conheço de MÃE,

 o Brasil  está mais para madrasta vil.
A minha mãe não 'tapa o sol com a peneira'. 
Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade 

sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria 
da escravidão se soubesse que me restaria a 
liberdade apenas para morrer de fome. 
Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. 
Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo 
na resolução do problema, e que contivesse
 educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada
 me adianta ter educação pela metade, ou tê-la 
aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, 
acorrentada pela minha voz-nada-ativa. 
A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação 
gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra... 

Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, 
revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema 
social montado; mudanças que não sejam hipócritas, 

mudanças que transformem!
A mudança que nada muda é só mais uma contradição. 
Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não 
ensinam a pescar. E a educação libertadora entra aí. 
O povo está tão paralisado pela ignorância que 

não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão..
Porém, ainda nos falta um fator fundamental para 
o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; 
as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado 
não modificam a estrutura. As classes média e alta - tão
 confortavelmente situadas na pirâmide social - terão 
que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo 

para aliviar nossa culpa)... Mas estão elas preparadas para isso?
Eu acredito profundamente que só uma revolução 
estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua 
nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar 

com a pobreza e desigualdade no Brasil.
Afinal, de que serve um governo que não administra? 
De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, 

de que serve um Homem que não se posiciona?
Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, 
justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. 

Sem egoísmo. Cada um por todos.
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas.
 Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? 
Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? 
Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente...
 Ou como bicho?

 Clarice Zeitel,  estudante de direito da UFRJ em julho, 
 recebeu um prêmio da Organização das Nações 
Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) 
por esta redação (acima) sobre 
'Como vencer a pobreza e a desigualdade'. 

sábado, 18 de junho de 2011

Elementos personalizados da nossa Língua


Nossa Língua Portuguesa
Esta é uma redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPE
(Universidade Federal de Pernambuco - Recife) e que obteve vitória
em um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira
de Gramática Portuguesa.
"Era a terceira vez que aquele substantivo
e aquele artigo se encontravam no elevador.
Um substantivo masculino, com um aspecto plural,
com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida.

E o artigo era bem definido, feminino, singular:
era ainda novinha,
mas com um maravilhoso predicado nominal.
Era ingênua, silábica, um pouco átona,
até ao contrário dele:
um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem,
fanáticos por leituras e filmes ortográficos.

O substantivo gostou dessa situação:
os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir.
E sem perder essa oportunidade,
começou a se insinuar, a perguntar, a conversar.
O artigo feminino deixou as reticências de lado,
e permitiu esse pequeno índice.

De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro:
ótimo, pensou o substantivo,
mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos.
Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses,
quando o elevador recomeça a se movimentar:
só que em vez de descer,
sobe e pára justamente no andar do substantivo.
Ele usou de toda a sua flexão verbal,
e entrou com ela em seu aposto.
Ligou o fonema,
e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma
fonética clássica, bem suave e gostosa.
Prepararam uma sintaxe dupla para ele
e um hiato com gelo para ela.
Ficaram conversando, sentados num vocativo,
quando ele começou outra vez a se insinuar.
Ela foi deixando,
ele foi usando seu forte adjunto adverbial,
e rapidamente chegaram a um imperativo,
todos os vocábulos diziam que iriam terminar
num transitivo direto.

Começaram a se aproximar,
ela tremendo de vocabulário,
e ele sentindo seu ditongo crescente:
se abraçaram, numa pontuação tão minúscula,
que nem um período simples passaria entre os dois.
Estavam nessa ênclise quando
ela confessou que ainda era vírgula
ele não perdeu o ritmo
e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo.
É claro que ela se deixou levar por essas palavras,
estava totalmente oxítona às vontades dele,
e foram para o comum de dois gêneros.
Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa.
Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos,
ele foi avançando cada vez mais:
ficaram uns minutos nessa próclise, e ele,
com todo o seu predicativo do objeto,
ia tomando conta.

Estavam na posição de primeira
e segunda pessoas do singular,
ela era um perfeito agente da passiva,
ele todo paroxítono,
sentindo o pronome do seu grande travessão
forçando aquele hífen ainda singular.
Nisso a porta abriu repentinamente.

Era o verbo auxiliar do edifício.
Ele tinha percebido tudo,
e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois,
que se encolheram gramaticalmente,
cheios de preposições, locuções e exclamativas.

Mas ao ver aquele corpo jovem,
numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica,
o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios
e declarou o seu particípio na história.
Os dois se olharam,
e viram que isso era melhor do que
uma metáfora por todo o edifício.

O verbo auxiliar se entusiasmou,
e mostrou o seu adjunto adnominal.
Que loucura, minha gente.
Aquilo não era nem comparativo:
era um superlativo absoluto.
Foi se aproximando dos dois,
com aquela coisa maiúscula,
com aquele predicativo do sujeito
apontado para seus objetos.
Foi chegando cada vez mais perto,
comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo,
propondo claramente uma mesóclise-a-trois.
Só que as condições eram estas:
enquanto abusava de um ditongo nasal,
penetraria ao gerúndio do substantivo,
e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia se transformar
num artigo indefinido depois dessa,
pensando em seu infinitivo,
resolveu colocar um ponto final na história:
agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo,
jogou-o pela janela e voltou ao seu trema,
cada vez mais fiel à língua portuguesa,
com o artigo feminino
colocado em conjunção coordenativa conclusiva."


quarta-feira, 8 de junho de 2011

O que falta nele?!


Leia o texto abaixo e descubra o que tem de incomum em relação aos demais textos.



Sem nenhum tropeço posso escrever o que quiser sem ele, pois rico é o português e fértil em recursos diversos, tudo isso permitindo mesmo o que de início, e somente de início, se pode ter como impossível. Pode-se dizer tudo, com sentido completo, mesmo sendo como se isto fosse mero ovo de Colombo.
Desde que se tente sem se pôr inibido pode muito bem o leitor empreender este belo exercício, dentro do nosso fecundo e peregrino dizer português, puríssimo instrumento dos nossos melhores escritores e mestres do verso, instrumento que nos legou monumentos dignos de eterno e honroso reconhecimento
Trechos difíceis se resolvem com sinônimos. Observe-se bem: é certo que, em se querendo esgrime-se sem limites com este divertimento instrutivo. Brinque-se mesmo com tudo. É um belíssimo esporte do intelecto, pois escrevemos o que quisermos sem o "E" ou sem o "I" ou sem o "O" e, conforme meu exclusivodesejo, escolherei outro, discorrendo livremente, por exemplo, sem o "P", "R" ou "F", o que quiser escolher, podemos, em corrente estilo, repetir um som sempre ou mesmo escrever sem verbos.
Com o concurso de termos escolhidos, isso pode ir longe, escrevendo-se todo um discurso, um conto ou um livro inteiro sobre o que o leitor melhor preferir. Porém mesmo sem o uso pernóstico dos termos difíceis, muito e muito se prossegue do mesmo modo, discorrendo sobre o objeto escolhido, sem impedimentos. Deploro sempre ver moços deste século inconscientemente esquecerem e oprimirem nosso português, hoje culto e belo, querendo substituí-lo pelo inglês. Por quê?
Cultivemos nosso polifônico e fecundo verbo, doce e melodioso, porém incisivo e forte, messe de luminosos estilos, voz de muitos povos, escrínio de belos versos e de imenso porte, ninho de cisnes e de condores.
Honremos o que é nosso, ó moços estudiosos, escritores e professores. Honremos o digníssimo modo de dizer que nos legou um povo humilde, porém viril e cheio de sentimentos estéticos, pugilo de heróis e de nobres descobridores de mundos novos.

O que está faltando no texto? Tente descobrir...