Preciosas lembranças das atividades que ficaram...
Saudades desses "baixinhos"!...
Desenho, pintura, canto, música, poesia, dramatização, artesanato... De tudo um pouco!
Vivências, acontecimentos, fatos do cotidiano, momentos marcantes, reflexões, registros... enfim, fotos e passagens da vida... são os temas abordados. Publicações de obras de arte pintadas em momentos de inspiração... alguns textos com temas ligados à arte e educação.
Valiosa obra de arte criada, composta e produzida no fundo do nosso quintal em dez. de 2008.
Após a retirada de uma camada, encontrava-se assim esnobando mais algumas dezenas de frutas. É desenho e pintura natural, prova evidente de que a arte faz parte da natureza em interação e diálogo com todos os seus elementos: traços, curvas, sombras, luzes, perspectiva, cores...
O que realmente tem valor?
No mundo em que vivemos, podemos contemplar muitas coisas de grande beleza, e que, ao nos depararmos com elas, nos emocionam profundamente.
E se nos descuidarmos, podemos facilmente ser enganados e emitir um parecer equivocado gerando uma inversão no juízo de valores.
Então eu fico a refletir o que nesta vida tem mais valor? Serão os prédios, os bens, ou o ser humano?
Pode-se tomar como exemplo um prédio muito bem arquitetado, com design ultramoderno e fachada imponente com cores combinadas. Alguém pode pensar que isso é o máximo de beleza que o ser humano pode deslumbrar.
Ao apresentar a linda construção, o proprietário gaba-se dizendo: foram anos de trabalho e dedicação integral, sacrificando até mesmo o tempo dedicado à família; muito investimento, cada detalhe foi criteriosamente planejado; o valor é incalculável, não há nada mais valioso que isto.
Porém, esquece-se que existem muitos outros valores bem mais elevados, como a vida, o sorriso, a amizade, o amor.
Existem muitos arquitetos que poderiam projetar tal prédio e muitos outros construir ele da mesma forma. Mas o mais simples ser humano é obra de imensurável valor que somente um único arquiteto pode construir. O Seu valor em muito excede as coisas construídas pelo homem. Não são as coisas que dão sentido ao ser humano, e sim o ser humano confere significado às coisas.
Um prédio, por mais lindo que possa ser, sem o calor humano nada é. O prédio contará parte da história da vida do seu proprietário somente a quem chegar até ele para vê-lo. Porém as pessoas são capazes de levar sua história de vida e suas realizações aos quatro cantos do país e até a outros continentes.
É no discurso e na falta de quem conviver nele que serão emitidos os verdadeiros conceitos e pareceres dizendo se ele é apenas lindo ou é aconchegante e acolhedor, se possui somente uma bela fachada ou é um lugar bom para se viver, é muito amplo ou é frio por falta de calor humano. O lindo prédio jamais poderá dar uma palavra amiga, um sorriso, um abraço, um aperto de mão, coisas que até mesmo uma criança pode fazer.
Qual o valor que atribuímos às pessoas? É superior, igual ou menor que as coisas materiais?
Corremos o risco de passarmos pela vida sem descobrir o seu verdadeiro sentido, e então apenas devorá-la ao invés de saboreá-la.
Certo homem, ao ser interrogado após um trágico acidente onde acabara de perder seu filho e sua esposa, desabafou: eu perdi toda minha riqueza, e se pudesse tê-los de volta, eu dedicaria mais tempo a eles.
Valorize as pessoas. São elas que dão sentido a nossas apresentações no palco da vida, somente elas é que podem compartilhar conosco nossos sonhos, vitórias e temores.
(Texto de José Valdir Ramos)
Água – fonte de vida
Patrimônio do planeta, a água é a seiva que permite a condição essencial de vida a todos os seres vivos e um dos direitos fundamentais do ser humano. Por isso, cada continente, povo, cidadão é responsável perante todos para que o acesso à fonte da vida - o direito à água – seja respeitado. Disso depende o equilíbrio do nosso planeta: da preservação da água e de seus ciclos a fim de garantir a continuidade da vida sobre a terra.
Todo ser humano que usufrui deste recurso natural possui obrigação moral de conservar, proteger e repassar a água aos sucessores, presentes e futuros, tal como a recebeu de herança dos predecessores.
Assim frisa o 8º artigo dos Direitos Universais da Água: “A utilização da água implica o respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo estado.”
O caminho indicado consiste em evitar o desperdício, a poluição e o uso ineficiente dos líquidos. Os recursos hídricos são agredidos seriamente, pela destruição das matas que protegem os rios e pelo despejo indiscriminado de toda espécie de resíduos nocivos. Por isso há graves problemas no abastecimento, principalmente nas regiões metropolitanas, devido ao esgotamento dos mananciais.
As previsões futuras são pouco otimistas, podendo gerar conflitos e guerras e, ameaçando uma das necessidades vitais dos seres vivos e a própria segurança do planeta.
Segundo dados da ONU, a água contaminada causa, anualmente, em todo mundo a morte de 5,3 milhões de pessoas, a maioria crianças. Esta situação somente poderá ser resolvida com o acesso mais amplo ao saneamento básico, através de sérios investimentos da administração pública.
Diante desta realidade preocupante faz-se necessária uma intensa campanha de conscientização, que comece pela escola, chamando a atenção para os riscos com que nos defrontamos, criando hábitos de utilização racional da água, de grande importância para o desenvolvimento econômico e como elemento essencial para a vida humana.
A proteção aos recursos naturais, especialmente a água é acima de tudo uma questão de educação. Se pegarmos juntos, cada um fazendo a sua parte, o problema será minimizado podendo até ser resolvido. Depende de que e de quem? De todos nós, do nosso senso de planejamento, partilha e, sobretudo solidariedade.
Do espírito solidário de todos depende o consumo racional e equilibrado, que deve ser levado em conta devido à distribuição desigual sobre a terra. Desta forma todos poderão ter acesso ao precioso líquido, indispensável para nossa vida.
Meio ambiente: compromisso de todos
Nós, seres humanos que temos na razão a nossa força e na inteligência o nosso bem maior, instituímos “um dia especial” para cuidar do meio em que vivemos. Usamos esta força com a qual nascemos, e que deveria nos ajudar a discernir a todo instante o que pode e o que não pode ser feito para manter o ambiente bom e saudável para todos, desviamos essa potência de capacidade para criar formas de poluir e causar estragos ao equilíbrio do lugar onde vivemos nós e nossos semelhantes.
O Dia Mundial do Meio Ambiente, instituído em 1972, pela ONU – Organização das Nações Unidas - tem esse sentido: um chamado para a conscientização da necessidade de preservarmos o planeta de todos, todos os dias... de assumirmos o compromisso em cuidar, não deixando esse cuidado só aos ambientalistas. Um estudo da própria ONU revela que, se fossem mantidos os níveis de exploração dos recursos naturais da época, em 100 anos o planeta estaria incapacitado de alimentar o desenvolvimento socioeconômico da humanidade. Apesar da mobilização, o alerta continua: é preciso que cada um faça a sua parte para minimizar a degradação ambiental num mundo cuja população saltará dos atuais 6 bilhões para mais de 9 bilhões de habitantes em 2050.A partir da metade do século XX, o meio ambiente e a ecologia passaram a ser uma preocupação em todo mundo. Celebrado de várias maneiras (paradas e concertos, competições ciclísticas ou até mesmo lançamentos de campanhas de limpeza nas cidades), esse dia é aproveitado em todo o mundo para chamar a atenção política para os problemas e para a necessidade urgente de ações.
Nosso mundo visual está repleto de linguagens verbais, assim chamadas por utilizarem a palavra, o “verbo”, no processo de comunicação. Porém, muito mais numerosos são os exemplos de linguagens não-verbais, constituídos de imagens, fotografias, eventos e tudo o que acontece em nossa volta que não esteja
registrado em códigos.
Os dois tipos de linguagem quase sempre caminham juntos principalmente, quando se trata de publicar algo. A estrutura das informações publicitárias geralmente possui uma imagem (texto não-verbal), acompanhada de frase ou expressão curta (texto verbal), que complementa a informação. Compõem-se de diferentes símbolos que interagem para formar a mensagem.
Toda imagem criada é baseada em algum símbolo anterior, porque nada se cria do nada. Ela é formada (desenhada) na mente e projetada para o exterior. Com a linguagem verbal também acontece isso: a leitura que fazemos remete a um conhecimento do assunto a ser interpretado. Da mesma forma a produção escrita pressupõe aprendizagens anteriores e mantém relações constantes com outros códigos, já conhecidos, de linguagem verbal e não verbal.
Adquirimos a fala pelo contato social, na interação com outros seres humanos, quando ampliamos nossa visão de mundo onde vamos acumulando conhecimentos em todos os sentidos entre eles, os lingüísticos. A escrita é um aprendizado que deriva desse mesmo processo. A influência que a sociedade, a “grande massa” exerce sobre os indivíduos através da linguagem, tanto verbal como não-verbal, é muito forte. Acabamos sendo o reflexo da sociedade na qual estamos inseridos que nos molda e nos faz dependentes de diferentes grupos.
Nosso mundo contemporâneo valoriza cada vez mais o texto não verbal. As cores, a beleza das formas, a agitação de movimentos mexem com nossas emoções e conseguem perfeitamente substituir as palavras. As imagens invadem nossas residências de forma cada vez mais intensa, muito mais depressa do que somos capazes de assimilar. O processo se desenvolve de forma rápida e momentânea, diferente do que acontece com a escrita. Aí acontece que sentimos a necessidade de aprender a fazer a leitura de textos não -verbais. Começamos por situar o tema dentro do contexto, olhamos o entorno, aquilo que acompanha a imagem, prestamos atenção ao significado de detalhes, às relações com outros elementos, e só então teremos condições de ler e interpretar razoavelmente um texto não-verbal.
Às vezes o texto de imagens necessita ser complementado pelo texto escrito e vice-versa. Fatores como a imaginação do comunicador que convence o seu interlocutor, inferindo em suas emoções, fazem do texto não verbal uma forma de persuasão para as metas a serem alcançadas. Trajes, transportes, escolha de cores, modelos, tecidos, marcas (expectativas sócio-econômicas), são signos da auto-imagem, linguagens não-verbais altamente eficientes para determinada finalidade.
Troca - a primeira forma de comércioPerto dali, um vizinho seu também andava preocupado com um problema de superprodução. Distraía-se fazendo potes e agora, que chegou a fome, sobravam-lhe vasilhas, mas faltava o que cozinhar dentro delas.
Ocorreu que o caçador e o oleiro se encontraram e o primeiro teve uma idéia engenhosa: ceder uma de suas caças ao oleiro. Isso poderia reduzir seu estoque, mas sem dar prejuízo, pois o outro decerto iria retribuir a gentileza, dando-lhe uma vasilha. Assim pensando, propôs a troca, que foi aceita sem pestanejar. Com a fome que estava o oleiro, daria até seus potes todos por um pedaço de carne.
Concluída a transação, cada qual seguiu seu rumo, sem suspeita de nenhum dos dois que, com aquela troca pioneira haviam criado um campo novo e importantíssimo para a atividade humana: o comércio. A partir dali em pouco tempo, cada povo foi criando e aperfeiçoando seus próprios métodos na arte de trocar e se então se tornou um hábito dos mais divulgados.
Entre os primitivos sistemas de trocas, um dos mais originais era praticado pelos pigmeus da África Central: iam, à noite nas plantações dos vizinhos e colhiam o que precisavam, deixando em pagamento, animais mortos ou outros produtos. Se os proprietários das roças estavam satisfeitos, isso nem os preocupava. O negócio tinha sido feito, pago, e pronto.
Tanto essa como outras formas primeiras de comércio tinham seus inconvenientes. A pessoa que oferecia algo tinha que interessar-se por aquilo que a outra quisesse dar em troca, caso contrário, não havia acordo possível. Além disso, quando os objetos escolhidos para a troca tinham valores diferentes, ficava difícil ajustar as contas. Foi por isso que se criou a moeda – uma medida de valor fixo, que estabelecia o preço de produtos de naturezas diferentes.
Para funcionar como padrão de troca, ou moeda, os antigos escolhiam sempre que possível materiais mais ou menos raros, atraentes e duráveis. Entretanto, o uso de objetos como moeda criava problemas. Um deles era a queda do valor monetário quando o objeto se tornava vulgar e era preciso encontrar outra coisa que o substituísse.
Por algum tempo foram usados como dinheiro o ferro e o cobre e, como se vulgarizassem, tiveram que dar lugar a metais mais raros como a prata e o ouro que ainda hoje continuam sendo usados na confecção de moedas.
Com o aumento do valor e do volume de negócios, o dinheiro metálico deixou de ser prático. Em grandes transações comerciais eram exigidas pesadas sacas de moedas, que dava um grande trabalho para transportar. Em vista dessas complicações foi que alguém teve a idéia de imprimir dinheiro mais prático, o que temos ainda hoje: cédulas em papel.

A linguagem é a principal ferramenta com que a sociedade educa, desenvolve, influencia e une as pessoas como um todo. É através dela que se darão as trocas entre o meio social e o indivíduo. Todo processo de aprendizagem acontece quando o ser humano faz comparações de suas potencialidades e capacidades com as de outra pessoa, a nível físico, psíquico e emocional. Com isso irá descobrindo os limites de suas capacidades numa interação com os semelhantes para desta forma, construir e moldar sua personalidade e seu caráter. A linguagem então, será a ferramenta usada para que esse processo se torne possível.
Logo ao nascer a criança não consegue comunicar-se verbalmente. Vai aprendendo aos poucos, gradativamente, ouvindo, e imitando o exemplo que o adulto dá e mostra: como se fala – falando. Assim aprende a linguagem por imitação e pela necessidade de comunicação e integração com as pessoas com quem convive. Essa necessidade é motivada pela dependência fisiológica, psíquica, emocional e social que ela tem em relação ao adulto. Quanto maior for a dependência, maior será a necessidade de usar a linguagem. Por isso, convém não satisfazer prontamente, todas as mínimas necessidades de um bebê, pois será um estímulo para ele se valer da linguagem e pedir o que precisa.
O mundo subjetivo passará a ser então constituído a partir da linguagem, dos fatos e dos acontecimentos. É com a linguagem que ele se relaciona com seus semelhantes pois permite que seus pensamentos e emoções sejam partilhados.
A linguagem no ser humano acontece quando o cérebro do bebê tiver a maturação suficiente para ser capaz de associar um objeto ou acontecimento com o som que ele produz. Para que essa capacidade seja possível, a criança necessita do pensamento e da imaginação que por sua vez dependem da palavra. Depois desse processo vem a capacidade de prestar atenção e o desenvolvimento da memória. Na prática, a linguagem influencia e produz novas conexões nos neurônios a fim de desenvolver o pensamento, a inteligência - junção da memória com a imaginação. Faz a mediação entre o som e o objeto ou acontecimento, através da fala. Ela é, em última análise, a encarregada de ajudar o indivíduo a se descobrir como pessoa, a construir sua personalidade e a estabelecer relações de coletividade com outros indivíduos.
...Amor de mãe
abc ABC
São quatro os tipos de letras usadas no ensino da escrita
Toda atividade inicial da criança na escola era voltada para o treino da letra e o manuseio correto do lápis. Reproduzir linhas e “bolinhas” fazia parte da rotina da criança nas primeiras semanas de escola.
Eram quatro – e continuam sendo – os tipos de letras expostas em cartilhas e ensinadas simultaneamente. Letra de imprensa e cursiva nas formas: maiúscula e minúscula. O aluno fazia a leitura da letra de máquina e copiava em letra cursiva (à mão). Com isso ia diferenciando uma da outra.
Com o decorrer do tempo a máquina de escrever, seguida do computador foi ocupando o lugar da escrita manual dentro e fora das escolas. No mesmo ritmo foram surgindo dificuldades no ensino-aprendizagem.
O PPP – Projeto Político Pedagógico das escolas parte do princípio de que nada se recebe pronto, que tudo necessita de uma construção, inclusive o conhecimento. Os planejamentos hoje estão sendo direcionados para que o processo de alfabetização se desenvolva de uma forma mais dinâmica e lúdica, atendendo as necessidades da clientela. Sabemos que cada vez mais, a criança já vem para a escola com uma bagagem de conhecimentos adquiridos no seu mundo pessoal. Ela está em contato constante com letras maiúsculas e minúsculas de todo tipo que estimulam seu aprendizado. Diferente do que era antigamente, a criança já não espera que a professora mostre de que lado deve começar o traçado. Já vai riscando do seu jeito, adiantando o trabalho e promovendo a sua auto-aprendizagem num ritmo cada vez mais acelerado. Então, é de extrema importância que ela tenha à sua disposição os mais diversos materiais que permitam desenvolver o ser como um todo, de forma integral. Material adequado à idade como peças de encaixe, quebra-cabeças, massinhas de modelar, etc., ajudam trabalhar a motricidade ampla e fina e permitem fazer os movimentos específicos e necessários ao manuseio do lápis no ato de escrever.
Muitas vezes a criança entra na escola sabendo traçar algumas letras e enquanto a professora atende alguns alunos da classe, outros já escrevem de qualquer modo. Convém dar noções de direção, tamanho e espaço para que percebam a forma das letras e a maneira de riscar seu traçado.
Apesar de hoje não haver mais a preocupação tão acentuada em relação à escrita bonita, em nada mudou em relação ao traçado correto e legível. Para sanar casos de dificuldades, onde não é possível decifrar a letra de alunos em séries mais avançadas e, mesmo nas séries iniciais, é possível corrigir e melhorar sua aparência através de exercícios de caligrafia.
Kalli significando beleza e grafia, a escrita – caligrafia é a arte da escrita bela. E como expressão de arte, está sendo definida em nossos dias. Todos que aprendem a ler e escrever desenvolvem a sua própria caligrafia. Construída ao longo dos anos, a caligrafia é uma expressão pessoal. Paralelo a isso, a grafologia, que estuda a personalidade do indivíduo, parte do princípio de que a escrita é a expressão própria da personalidade.
Do desenho à letra
A arte de bem comer II

O século XIX, em muitas cabeças foi atravessado pela idéia do progresso e crença de que futuro é conquista assegurada. É um período caracterizado pela velocidade de transformações e novas forças sociais que reorganizam e se unem em interesses comuns. Outra faceta do perfil daquele século é a comunicação, de forma cada vez mais visual e a necessidade de produzir imagens em maior quantidade e com mais rapidez. Até aquela época, todos os documentos e registros que ficavam para a história eram feitos através do desenho e pintura. Surge a máquina fotográfica, invenção do militar e cientista francês, Joseph Nicéphore Niépce (1765-1833) que, utilizando uma câmara escura, inventou a primeira fotografia do mundo. A partir desse prodigioso invento, e até hoje a fotografia recebe enorme destaque. Iniciando a nova era, por agir mais veloz do que o desenho e a pintura, foi criando infinidade de utilidades. Registros dos mais diversos, foram sendo deixados para a posteridade por conta da fotografia. Os fatos e acontecimentos eram reprisados através de uma câmara fotográfica. Terá a arte plástica perdido seu valor em função da fotografia? De forma nenhuma. A representação da realidade através do desenho, especialmente a natureza, não foi abalada com o desenvolvimento da fotografia. Pelo contrário: a fotografia foi incorporada ao mundo artístico como mais uma entre tantas modalidades da arte, com características próprias. No início era usada para simplesmente, reproduzir qualquer pessoa ou objeto real que houvesse sido fotografado. Com o passar do tempo e até hoje, outras formas foram sendo criadas, usando-se efeitos especiais como recortes e montagens. No assunto “arte” há infinidade de espaços para criar, inovar, comunicar, expressar-se; há também amplo espaço para integrar mais e mais artistas interessados no assunto. O Atelier de Artes Los Libres estará realizando a sua 3ª Mostra de Artes nos dias 1º e 2 de dezembro, (próximo final de semana). Cada ano há uma data reservada para esse evento e procura-se colocar sempre algo diferente. Neste ano, os integrantes do Atelier têm o prazer de trazer ao meio artístico são-luizense o jovem fotógrafo Alexandre Reisdorfer para fazer uma mostra de fotografias, juntamente com as demais atrações. A partir das 9:00hs. - horário de abertura - a 3ª Mostra do Atelier Los Libres mostrará desenho, pintura, escultura e fotografia. Os alunos do Ponto de Cultura também se farão presentes com suas pinturas e desenhos. Da mesma forma serão destaque, quadrinhos e charges. Às 17:00hs. de sábado terá oficinas com modelo vivo. Desde já deixamos o convite para toda comunidade e a cada um em particular: alunos, professores e a todos que de alguma forma apreciam a arte, pois acreditamos que o nosso trabalho só terá pleno sentido se tivermos público para apreciá-lo.
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