Vivências, acontecimentos, fatos do cotidiano, momentos marcantes, reflexões, registros... enfim, fotos e passagens da vida... são os temas abordados. Publicações de obras de arte pintadas em momentos de inspiração... alguns textos com temas ligados à arte e educação.
Sempre pontual!
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
"Site Arte na Escola"
X Prémio Arte na Escola Cidadã
terça-feira, 22 de setembro de 2009
ENCONTRO DE CORAIS EM TAQUARI
Ainda na UNOPAR...
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Colegas de aula... faculdade de Letras
Grupo de colegas junto com a tutora Hilda iniciando o derradeiro semestre do Curso de Letras na UNOPAR.
Da esquerda para a direita:
Fernanda, Iria(eu), Karina, Laura, Roberta, Priscila, Hilda (tutora), Cibele.
Sentada(o)s: Marilda, Juliana, José Ademir.
A turma é MARAVILHOSA!
É muito bom ter um grupo assim, onde há união, calor humano, força de vontade, dedicação, compreensão, amizade verdadeira!
Nossa formatura já está prevista para:
12 de março de 2010. (para quem não reprovar, é claro!)
Por enquanto, toda(o)s?!... se esforçam para que isso não aconteça!
A Arte não pode parar...
Nota de Esclarescimento!!!
Amigos! Diante do lamúrio de "viventes" que acessam o blog ; zum-zuns de quem acompanha as postagens: "Não há novidades, atualize a página, está "defasado"!!... Vale o apelo: CALMA!!!... Estou entrando no período mais crítico do Curso de Letras: reta final! Exige a postura (vide foto), grande parte do tempo... pegando fundo na história da língua portuguesa, literatura brasileira, produção de textos dos mais diversos gêneros. Acrescente-se a isso, pesquisas ortográficas. Como tema do TCC (Trabalho de Conclusão de Curso): Trajetórias da Ortografia, Vantagens e equívocos do Novo Acordo Ortográfico. Será período de bastante leitura, pesquisas e mais pesquisas, digitação, análises, sínteses... Fica reservada uma folguinha para acompanhar os blogs e ler postagens anexadas a este... porém, a contribuição será pequena, por ora... Voltará a normalisar, em breve para uma partilha justa, afinal: "quem quer ler, tem que escrever" À medida que relevantes acontecimentos surgirem, novas postagens serão feitas. Abraço a todos!
quinta-feira, 11 de junho de 2009
O TEXTO PREMIADO
domingo, 29 de março de 2009
Gostei, gostei e... publiquei!
O poema abaixo encontrei na página do Orkut de um amigo.
Por isso, não rasgue páginas e nem pule capítulos,
não se apresse em descobrir os mistérios,
não perca a esperança, pois muitos são os finais felizes.
E nunca se esqueça do principal:
NO LIVRO DA VIDA... OS AUTORES SOMOS NÓS MESMOS!...
sexta-feira, 13 de março de 2009
Na Timbaúva...
sexta-feira, 6 de março de 2009
CADA PEDRA É IMPORTANTE!... (foto: galpão do Marquito - Cerro da Bela Vista) 21/02/09
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
"Histórias de um Chevete"
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Aconteceu em 2006
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
____E U S...

Frases ditadas em algum momento da minha existência:
"Viva de tal maneira que tua vida seja intensamente vivida e não, simplesmente, lembrada...
" Sorria, mesmo que teu sorriso seja triste; porque mais triste que um sorriso triste, é a tristeza de não saber sorrir!"
L E T R A S . . .
Letras...
Códigos organizados, disponíveis agrupamentos, enfileirados, registros de sensações, ações!... ditas e escritas: “l e t r i f i c a d a s!” Traços sigilosos que segredam o que lábios não contam... Linhas, secretas entrelinhas! Tempero de mensagem! Senhas de ousadia... de coragem! Discreta escrita que, ousada, confidencia, informa, ou, simplesmente, comunica com sintonia!... Leitura! Encontro mágico, das letras com seu leitor. Vivas formas, elegantes, formando instantes de inspiração. Viva!... o vivo inventor do vivo instrumento da comunicação!...
domingo, 15 de fevereiro de 2009
ARTES na escola: Um pouco de tudo!
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Valiosa obra de arte criada, composta e produzida no fundo do nosso quintal em dez. de 2008.
Após a retirada de uma camada, encontrava-se assim esnobando mais algumas dezenas de frutas. É desenho e pintura natural, prova evidente de que a arte faz parte da natureza em interação e diálogo com todos os seus elementos: traços, curvas, sombras, luzes, perspectiva, cores...
-------------------- 2009 -------------------
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
AOS MEUS AMIGOS E AMIGAS
Quadro: 70x50cm
Quadro: 80x65cm
RETRATOS...
domingo, 28 de dezembro de 2008
"Terra e Fogo" - de Lourdes Toscani Cardinal
sábado, 15 de novembro de 2008
O que realmente tem valor?
No mundo em que vivemos, podemos contemplar muitas coisas de grande beleza, e que, ao nos depararmos com elas, nos emocionam profundamente.
E se nos descuidarmos, podemos facilmente ser enganados e emitir um parecer equivocado gerando uma inversão no juízo de valores.
Então eu fico a refletir o que nesta vida tem mais valor? Serão os prédios, os bens, ou o ser humano?
Pode-se tomar como exemplo um prédio muito bem arquitetado, com design ultramoderno e fachada imponente com cores combinadas. Alguém pode pensar que isso é o máximo de beleza que o ser humano pode deslumbrar.
Ao apresentar a linda construção, o proprietário gaba-se dizendo: foram anos de trabalho e dedicação integral, sacrificando até mesmo o tempo dedicado à família; muito investimento, cada detalhe foi criteriosamente planejado; o valor é incalculável, não há nada mais valioso que isto.
Porém, esquece-se que existem muitos outros valores bem mais elevados, como a vida, o sorriso, a amizade, o amor.
Existem muitos arquitetos que poderiam projetar tal prédio e muitos outros construir ele da mesma forma. Mas o mais simples ser humano é obra de imensurável valor que somente um único arquiteto pode construir. O Seu valor em muito excede as coisas construídas pelo homem. Não são as coisas que dão sentido ao ser humano, e sim o ser humano confere significado às coisas.
Um prédio, por mais lindo que possa ser, sem o calor humano nada é. O prédio contará parte da história da vida do seu proprietário somente a quem chegar até ele para vê-lo. Porém as pessoas são capazes de levar sua história de vida e suas realizações aos quatro cantos do país e até a outros continentes.
É no discurso e na falta de quem conviver nele que serão emitidos os verdadeiros conceitos e pareceres dizendo se ele é apenas lindo ou é aconchegante e acolhedor, se possui somente uma bela fachada ou é um lugar bom para se viver, é muito amplo ou é frio por falta de calor humano. O lindo prédio jamais poderá dar uma palavra amiga, um sorriso, um abraço, um aperto de mão, coisas que até mesmo uma criança pode fazer.
Qual o valor que atribuímos às pessoas? É superior, igual ou menor que as coisas materiais?
Corremos o risco de passarmos pela vida sem descobrir o seu verdadeiro sentido, e então apenas devorá-la ao invés de saboreá-la.
Certo homem, ao ser interrogado após um trágico acidente onde acabara de perder seu filho e sua esposa, desabafou: eu perdi toda minha riqueza, e se pudesse tê-los de volta, eu dedicaria mais tempo a eles.
Valorize as pessoas. São elas que dão sentido a nossas apresentações no palco da vida, somente elas é que podem compartilhar conosco nossos sonhos, vitórias e temores.
(Texto de José Valdir Ramos)
Água: direito de todos os seres vivos
Água – fonte de vida
Patrimônio do planeta, a água é a seiva que permite a condição essencial de vida a todos os seres vivos e um dos direitos fundamentais do ser humano. Por isso, cada continente, povo, cidadão é responsável perante todos para que o acesso à fonte da vida - o direito à água – seja respeitado. Disso depende o equilíbrio do nosso planeta: da preservação da água e de seus ciclos a fim de garantir a continuidade da vida sobre a terra.
Todo ser humano que usufrui deste recurso natural possui obrigação moral de conservar, proteger e repassar a água aos sucessores, presentes e futuros, tal como a recebeu de herança dos predecessores.
Assim frisa o 8º artigo dos Direitos Universais da Água: “A utilização da água implica o respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo estado.”
O caminho indicado consiste em evitar o desperdício, a poluição e o uso ineficiente dos líquidos. Os recursos hídricos são agredidos seriamente, pela destruição das matas que protegem os rios e pelo despejo indiscriminado de toda espécie de resíduos nocivos. Por isso há graves problemas no abastecimento, principalmente nas regiões metropolitanas, devido ao esgotamento dos mananciais.
As previsões futuras são pouco otimistas, podendo gerar conflitos e guerras e, ameaçando uma das necessidades vitais dos seres vivos e a própria segurança do planeta.
Segundo dados da ONU, a água contaminada causa, anualmente, em todo mundo a morte de 5,3 milhões de pessoas, a maioria crianças. Esta situação somente poderá ser resolvida com o acesso mais amplo ao saneamento básico, através de sérios investimentos da administração pública.
Diante desta realidade preocupante faz-se necessária uma intensa campanha de conscientização, que comece pela escola, chamando a atenção para os riscos com que nos defrontamos, criando hábitos de utilização racional da água, de grande importância para o desenvolvimento econômico e como elemento essencial para a vida humana.
A proteção aos recursos naturais, especialmente a água é acima de tudo uma questão de educação. Se pegarmos juntos, cada um fazendo a sua parte, o problema será minimizado podendo até ser resolvido. Depende de que e de quem? De todos nós, do nosso senso de planejamento, partilha e, sobretudo solidariedade.
Do espírito solidário de todos depende o consumo racional e equilibrado, que deve ser levado em conta devido à distribuição desigual sobre a terra. Desta forma todos poderão ter acesso ao precioso líquido, indispensável para nossa vida.
sábado, 21 de junho de 2008
Dia Mundial do Meio Ambiente
Meio ambiente: compromisso de todos
Nós, seres humanos que temos na razão a nossa força e na inteligência o nosso bem maior, instituímos “um dia especial” para cuidar do meio em que vivemos. Usamos esta força com a qual nascemos, e que deveria nos ajudar a discernir a todo instante o que pode e o que não pode ser feito para manter o ambiente bom e saudável para todos, desviamos essa potência de capacidade para criar formas de poluir e causar estragos ao equilíbrio do lugar onde vivemos nós e nossos semelhantes.
O Dia Mundial do Meio Ambiente, instituído em 1972, pela ONU – Organização das Nações Unidas - tem esse sentido: um chamado para a conscientização da necessidade de preservarmos o planeta de todos, todos os dias... de assumirmos o compromisso em cuidar, não deixando esse cuidado só aos ambientalistas. Um estudo da própria ONU revela que, se fossem mantidos os níveis de exploração dos recursos naturais da época, em 100 anos o planeta estaria incapacitado de alimentar o desenvolvimento socioeconômico da humanidade. Apesar da mobilização, o alerta continua: é preciso que cada um faça a sua parte para minimizar a degradação ambiental num mundo cuja população saltará dos atuais 6 bilhões para mais de 9 bilhões de habitantes em 2050.A partir da metade do século XX, o meio ambiente e a ecologia passaram a ser uma preocupação em todo mundo. Celebrado de várias maneiras (paradas e concertos, competições ciclísticas ou até mesmo lançamentos de campanhas de limpeza nas cidades), esse dia é aproveitado em todo o mundo para chamar a atenção política para os problemas e para a necessidade urgente de ações.
Leitura sem palavras (não verbal)
Nosso mundo visual está repleto de linguagens verbais, assim chamadas por utilizarem a palavra, o “verbo”, no processo de comunicação. Porém, muito mais numerosos são os exemplos de linguagens não-verbais, constituídos de imagens, fotografias, eventos e tudo o que acontece em nossa volta que não esteja
registrado em códigos.
Os dois tipos de linguagem quase sempre caminham juntos principalmente, quando se trata de publicar algo. A estrutura das informações publicitárias geralmente possui uma imagem (texto não-verbal), acompanhada de frase ou expressão curta (texto verbal), que complementa a informação. Compõem-se de diferentes símbolos que interagem para formar a mensagem.
Toda imagem criada é baseada em algum símbolo anterior, porque nada se cria do nada. Ela é formada (desenhada) na mente e projetada para o exterior. Com a linguagem verbal também acontece isso: a leitura que fazemos remete a um conhecimento do assunto a ser interpretado. Da mesma forma a produção escrita pressupõe aprendizagens anteriores e mantém relações constantes com outros códigos, já conhecidos, de linguagem verbal e não verbal.
Adquirimos a fala pelo contato social, na interação com outros seres humanos, quando ampliamos nossa visão de mundo onde vamos acumulando conhecimentos em todos os sentidos entre eles, os lingüísticos. A escrita é um aprendizado que deriva desse mesmo processo. A influência que a sociedade, a “grande massa” exerce sobre os indivíduos através da linguagem, tanto verbal como não-verbal, é muito forte. Acabamos sendo o reflexo da sociedade na qual estamos inseridos que nos molda e nos faz dependentes de diferentes grupos.
Nosso mundo contemporâneo valoriza cada vez mais o texto não verbal. As cores, a beleza das formas, a agitação de movimentos mexem com nossas emoções e conseguem perfeitamente substituir as palavras. As imagens invadem nossas residências de forma cada vez mais intensa, muito mais depressa do que somos capazes de assimilar. O processo se desenvolve de forma rápida e momentânea, diferente do que acontece com a escrita. Aí acontece que sentimos a necessidade de aprender a fazer a leitura de textos não -verbais. Começamos por situar o tema dentro do contexto, olhamos o entorno, aquilo que acompanha a imagem, prestamos atenção ao significado de detalhes, às relações com outros elementos, e só então teremos condições de ler e interpretar razoavelmente um texto não-verbal.
Às vezes o texto de imagens necessita ser complementado pelo texto escrito e vice-versa. Fatores como a imaginação do comunicador que convence o seu interlocutor, inferindo em suas emoções, fazem do texto não verbal uma forma de persuasão para as metas a serem alcançadas. Trajes, transportes, escolha de cores, modelos, tecidos, marcas (expectativas sócio-econômicas), são signos da auto-imagem, linguagens não-verbais altamente eficientes para determinada finalidade.
sexta-feira, 20 de junho de 2008
A arte milenar da troca
Troca - a primeira forma de comércioA arte milenar da troca
Perto dali, um vizinho seu também andava preocupado com um problema de superprodução. Distraía-se fazendo potes e agora, que chegou a fome, sobravam-lhe vasilhas, mas faltava o que cozinhar dentro delas.
Ocorreu que o caçador e o oleiro se encontraram e o primeiro teve uma idéia engenhosa: ceder uma de suas caças ao oleiro. Isso poderia reduzir seu estoque, mas sem dar prejuízo, pois o outro decerto iria retribuir a gentileza, dando-lhe uma vasilha. Assim pensando, propôs a troca, que foi aceita sem pestanejar. Com a fome que estava o oleiro, daria até seus potes todos por um pedaço de carne.
Concluída a transação, cada qual seguiu seu rumo, sem suspeita de nenhum dos dois que, com aquela troca pioneira haviam criado um campo novo e importantíssimo para a atividade humana: o comércio. A partir dali em pouco tempo, cada povo foi criando e aperfeiçoando seus próprios métodos na arte de trocar e se então se tornou um hábito dos mais divulgados.
Entre os primitivos sistemas de trocas, um dos mais originais era praticado pelos pigmeus da África Central: iam, à noite nas plantações dos vizinhos e colhiam o que precisavam, deixando em pagamento, animais mortos ou outros produtos. Se os proprietários das roças estavam satisfeitos, isso nem os preocupava. O negócio tinha sido feito, pago, e pronto.
Tanto essa como outras formas primeiras de comércio tinham seus inconvenientes. A pessoa que oferecia algo tinha que interessar-se por aquilo que a outra quisesse dar em troca, caso contrário, não havia acordo possível. Além disso, quando os objetos escolhidos para a troca tinham valores diferentes, ficava difícil ajustar as contas. Foi por isso que se criou a moeda – uma medida de valor fixo, que estabelecia o preço de produtos de naturezas diferentes.
Para funcionar como padrão de troca, ou moeda, os antigos escolhiam sempre que possível materiais mais ou menos raros, atraentes e duráveis. Entretanto, o uso de objetos como moeda criava problemas. Um deles era a queda do valor monetário quando o objeto se tornava vulgar e era preciso encontrar outra coisa que o substituísse.
Por algum tempo foram usados como dinheiro o ferro e o cobre e, como se vulgarizassem, tiveram que dar lugar a metais mais raros como a prata e o ouro que ainda hoje continuam sendo usados na confecção de moedas.
Com o aumento do valor e do volume de negócios, o dinheiro metálico deixou de ser prático. Em grandes transações comerciais eram exigidas pesadas sacas de moedas, que dava um grande trabalho para transportar. Em vista dessas complicações foi que alguém teve a idéia de imprimir dinheiro mais prático, o que temos ainda hoje: cédulas em papel.
O processo da linguagem

É no cérebro que se processo o desenvolvimento da linguagem...
A linguagem é a principal ferramenta com que a sociedade educa, desenvolve, influencia e une as pessoas como um todo. É através dela que se darão as trocas entre o meio social e o indivíduo. Todo processo de aprendizagem acontece quando o ser humano faz comparações de suas potencialidades e capacidades com as de outra pessoa, a nível físico, psíquico e emocional. Com isso irá descobrindo os limites de suas capacidades numa interação com os semelhantes para desta forma, construir e moldar sua personalidade e seu caráter. A linguagem então, será a ferramenta usada para que esse processo se torne possível.
Logo ao nascer a criança não consegue comunicar-se verbalmente. Vai aprendendo aos poucos, gradativamente, ouvindo, e imitando o exemplo que o adulto dá e mostra: como se fala – falando. Assim aprende a linguagem por imitação e pela necessidade de comunicação e integração com as pessoas com quem convive. Essa necessidade é motivada pela dependência fisiológica, psíquica, emocional e social que ela tem em relação ao adulto. Quanto maior for a dependência, maior será a necessidade de usar a linguagem. Por isso, convém não satisfazer prontamente, todas as mínimas necessidades de um bebê, pois será um estímulo para ele se valer da linguagem e pedir o que precisa.
O mundo subjetivo passará a ser então constituído a partir da linguagem, dos fatos e dos acontecimentos. É com a linguagem que ele se relaciona com seus semelhantes pois permite que seus pensamentos e emoções sejam partilhados.
A linguagem no ser humano acontece quando o cérebro do bebê tiver a maturação suficiente para ser capaz de associar um objeto ou acontecimento com o som que ele produz. Para que essa capacidade seja possível, a criança necessita do pensamento e da imaginação que por sua vez dependem da palavra. Depois desse processo vem a capacidade de prestar atenção e o desenvolvimento da memória. Na prática, a linguagem influencia e produz novas conexões nos neurônios a fim de desenvolver o pensamento, a inteligência - junção da memória com a imaginação. Faz a mediação entre o som e o objeto ou acontecimento, através da fala. Ela é, em última análise, a encarregada de ajudar o indivíduo a se descobrir como pessoa, a construir sua personalidade e a estabelecer relações de coletividade com outros indivíduos.
"Má Mãe"
...Amor de mãeNo Dia das mães em forma de homenagem, recebi um e-mail com um texto interessante, produzido por um pai. Dizia o seguinte:
“Um dia quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva pais e mães, eu hei de dizer-lhes:
- Eu amei vocês o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem estão e a que horas regressarão.
- Eu os amei o suficiente por não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele amigo não era boa companhia.
- Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês, por uma hora, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 5 minutos.
- Também amei o suficiente para fazê-los pagar as balas que tiraram no supermercado, e os fiz dizer ao dono: “Nós pegamos isso ontem e queríamos pagar”...
- Eu os amei o suficiente para deixá-los ver além do amor que sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
- Eu os amei o suficiente para deixá-los assumir a responsabilidade das suas ações mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
- Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes NÃO, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até odiaram).
Essas eram de todas as mais difíceis batalhas. Estou contente, venci... Porque no final vocês venceram também! E em qualquer dia quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva pais e mães; quando eles lhe perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhes dizer:
“Sim, nossa mãe era má”. Era a mãe mais má do mundo... As outras crianças comiam doces no café e nós só tínhamos que comer cereais, ovos, torradas. As outras crianças bebiam refrigerantes, comiam batatas fritas e sorvetes no almoço e nós tínhamos que comer feijão, arroz, carne, legumes e frutas.
Mamãe tinha mesmo que saber quem eram nossos amigos e o que fazíamos com eles. Insistia conosco para que disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade.
E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler nossos pensamentos.
A nossa vida era mesmo chata!
Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar até os 16 para chegar um pouco mais tarde em casa.
Por causa de nossa Mãe perdemos imensas experiências na adolescência.
Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.
FOI TUDO POR CAUSA DELA!
Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos fazendo o melhor para sermos “Pais maus”, como minha mãe foi.
Eu acho que este é um dos males do mundo de hoje: “não há pais suficientemente maus!”
quarta-feira, 7 de maio de 2008
A arte da escrita
abc ABC
São quatro os tipos de letras usadas no ensino da escrita
Toda atividade inicial da criança na escola era voltada para o treino da letra e o manuseio correto do lápis. Reproduzir linhas e “bolinhas” fazia parte da rotina da criança nas primeiras semanas de escola.
Eram quatro – e continuam sendo – os tipos de letras expostas em cartilhas e ensinadas simultaneamente. Letra de imprensa e cursiva nas formas: maiúscula e minúscula. O aluno fazia a leitura da letra de máquina e copiava em letra cursiva (à mão). Com isso ia diferenciando uma da outra.
Com o decorrer do tempo a máquina de escrever, seguida do computador foi ocupando o lugar da escrita manual dentro e fora das escolas. No mesmo ritmo foram surgindo dificuldades no ensino-aprendizagem.
O PPP – Projeto Político Pedagógico das escolas parte do princípio de que nada se recebe pronto, que tudo necessita de uma construção, inclusive o conhecimento. Os planejamentos hoje estão sendo direcionados para que o processo de alfabetização se desenvolva de uma forma mais dinâmica e lúdica, atendendo as necessidades da clientela. Sabemos que cada vez mais, a criança já vem para a escola com uma bagagem de conhecimentos adquiridos no seu mundo pessoal. Ela está em contato constante com letras maiúsculas e minúsculas de todo tipo que estimulam seu aprendizado. Diferente do que era antigamente, a criança já não espera que a professora mostre de que lado deve começar o traçado. Já vai riscando do seu jeito, adiantando o trabalho e promovendo a sua auto-aprendizagem num ritmo cada vez mais acelerado. Então, é de extrema importância que ela tenha à sua disposição os mais diversos materiais que permitam desenvolver o ser como um todo, de forma integral. Material adequado à idade como peças de encaixe, quebra-cabeças, massinhas de modelar, etc., ajudam trabalhar a motricidade ampla e fina e permitem fazer os movimentos específicos e necessários ao manuseio do lápis no ato de escrever.
Muitas vezes a criança entra na escola sabendo traçar algumas letras e enquanto a professora atende alguns alunos da classe, outros já escrevem de qualquer modo. Convém dar noções de direção, tamanho e espaço para que percebam a forma das letras e a maneira de riscar seu traçado.
Apesar de hoje não haver mais a preocupação tão acentuada em relação à escrita bonita, em nada mudou em relação ao traçado correto e legível. Para sanar casos de dificuldades, onde não é possível decifrar a letra de alunos em séries mais avançadas e, mesmo nas séries iniciais, é possível corrigir e melhorar sua aparência através de exercícios de caligrafia.
Kalli significando beleza e grafia, a escrita – caligrafia é a arte da escrita bela. E como expressão de arte, está sendo definida em nossos dias. Todos que aprendem a ler e escrever desenvolvem a sua própria caligrafia. Construída ao longo dos anos, a caligrafia é uma expressão pessoal. Paralelo a isso, a grafologia, que estuda a personalidade do indivíduo, parte do princípio de que a escrita é a expressão própria da personalidade.
Do desenho à letra
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Arte Literária
Sabemos que o uso da palavra não é um privilégio do escritor, pois ela serve como forma de comunicação para todas as pessoas. No entanto, há uma diferença entre a linguagem literária e aquela usada na comunicação diária; essa diferença está no trabalho pessoal e criativo do escritor durante a elaboração de seus textos quando faz com que as palavras ganhem novos significados, além daqueles que já possuem.
O conteúdo de uma obra literária não pode ser confundido com cenas da vida real. Os novos significados utilizados no texto literário devem ser descobertos pelo leitor, num processo ativo de decodificação do texto. O nível de compreensão dependerá da familiaridade que o leitor tem com a literatura e da sua bagagem cultural.
O escritor literário, ao elaborar o texto, não trata de tudo, apenas seleciona o que julga mais relevante e organiza o texto de modo a provocar um impacto no leitor, vai criando uma outra realidade, a realidade artística.
Muitas vezes, situações que pouco nos afetam em nossa vida diária chegam a provocar emoção quando lidas num poema ou num romance, só por serem expressas em linguagem artística.
A literatura é essencialmente ficção. Numa obra literária o que predomina é a imaginação do escritor, que goza da mais completa liberdade de criação. E para chamar a atenção do leitor sobre determinados aspectos da vida, o escritor pode criar uma história absurda, pois a presença do absurdo ou do fantástico, dá ao texto uma dimensão altamente simbólica, causando um impacto no leitor e fazendo-o refletir sobre o sentido daquela transfiguração da realidade.
A literatura como uma das formas de expressão da sensibilidade humana também participa do processo de transformação que ocorre periodicamente na vida
Compreender essa característica da literatura é compreender por que a verdadeira obra de arte permanece através do tempo, despertando o interesse de muitas e muitas gerações de leitores.
domingo, 27 de abril de 2008
A arte de bem comer II


















